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domingo, 25 de abril de 2010

Naquele tempo - continuação do texto escrito mais abaixo

Continuação do texto Razão de ser deste Blog:

Tempos bons em que as meninas usavam saias e vestidos... depois veio a moda feminista das calças. 

É bonito ver mulher vestida com vestido, como era salutar ver aquelas garotas atrevidas - para a época - usando minissaias. Se as grã finas soubessem como ficam apetitosas usando vestidinhos de chita barata, poderiam utilizar este recurso. Prá seduzir não precisa ser chic, basta ter charme pra derramar e um toque mágico de feminilidade pra irradiar, com o corpo, com a alma, com a malemolência e o remeleixo natural.

É bom recordar garotas que exalavam uma energia doce, com simples fragrância de sensualidade. 

Essas meninas, "fina estampa", com um gingado gostoso e tão feminino, levava ao delírio e só podíamos mesmo naquilo. Mas não era assim que funcionava e o jeito era afogar o ganso pra aliviar o tesão, na primeira oportunidade.

Como é bom lembrar aquela minha mania de sair de finiho da sala de aula pra ficar, escondidinho, vendo aquelas três "minas" conversando, enquanto o vento batia nas minisaisas plissadas, cor azul marinho, levantando-as e revelando o pedaço de bom caminho que elas aparentavam esconder. Quase todas vestiam calcinhas brancas, tipo "omo total". 

Minha inocência era tão grande que não sei explicar a razão dela ainda existir dentro de mim. É como o ciúme e a ternura, que sentimos e não sabemos explicar. 

Como esquecer daquelas "mocinhas, inocentes, quanto este prosador,  que circulavam pelo pátio do extinto Sophia Costa Pinto? Era um harém, que dava enorme prazer. Cheias de charme e graça, aquelas garotinhas tiravam meu sossego e me deixavam apalermado e cheio de desejos. Ficava babando que nem um guri sedento e faminto, diante de tanta carne de primeira.  Que saudade do Colégia de D. Ieda Barradas!

O lance eram os lances. Não precisavamos de camisinha... ainda não existia o Le Royale.... 

Guardo boas recordações dos lugares por onde andei e este blog me faz bem. 

Acho que escrevi demais, né?...não é a lembrança, parece ser o princípio do prazer... não sei, pode ser e pode não ser, pouco importa.. 

Efim, este texto foi elaborado, momentâneamente, sem os rigores de quem aspira ser um literato. Não fiz qualquer tipo de revisão. Faça isso por mim !

Meu pensamento é mais rápido que meus dedos... acompanhar o pensamento, enquanto cato milho, fica dificil.

Então tá, escrevi o que não devia e depois altero o que escrevi, de extra-confidencial, embora tudo seja verdadeiro e eterno como sempre.  

Perdoem-me os erros e exageros! 

Agora, PSIU.

Fui !

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